Tuesday, December 11, 2007

Participação estudantil

Aproveito já agora, visto que ainda não foi feito, para fazer um convite a todos os estudantes.
Passem pela AE e conheçam todos os núcleos e secções que a constituem. Se não encontrarem nenhum que vos agrade particularmente não desistam...apresentem à DAE (Direcção da Associação de Estudantes) um projecto (qualquer coisa...bem dentro do razoável...=P).
São muitas as secções à vossa disposição...desde a organização de eventos na Cultural, até organizar jogos de futebol na Desportiva...há muito por onde escolher.
Passem pela Associação que é de todos, feita por e para todos. Toda a ajuda é bem vinda e necessária, principalmente numa altura em que os estudantes são o principal alvo das políticas de direita do Governo. Eu sei que parece repetitivo mas os estudantes têm de agir, não podemos ficar de braços cruzados enquanto nos retiram os direitos. Candidatem-se para os departamentos, participem em todos os órgãos em que ainda têm assento. Juntem-se e apresentem propostas para a nova constituição da Faculdade.

Desde já até breve

DAEFLUL

Eleições para os departamentos

Cumprindo a tradição da nossa faculdade incito os nossos colegas a votar nestas eleições. É agora, mais que nunca, que temos de ter os estudantes nos órgãos, quando cada vez mais direitos nos são retirados temos de nos unir para construir um ensino de qualidade, gratuito e para todos.
Por isso, para que mais direitos não nos sejam retirados, temos de ir às urnas exercer o nosso direito de voto.Já agora aproveito para incentivar os nossos colegas dos departamentos de romanicas, linguistica e germanisticos a se juntarem e formarem listas.
Temos de ter estudantes em todos os órgãos, repito, agora mais que nunca. Agora que se está a criar uma nova noção de universidade, onde as unidades orgânicas (faculdades)podem deixar de ser aquilo que hoje conhecemos, temos de nos unir. Nós que somos o combustível que faz com que o ensino exista e que somos os mais prejudicados com estas reformas.
Este regime levado a cabo por este governo, aprovado à revelia dos estudantes, e que consagra que estes só terão assento num órgão que é meramente consultivo.Os alunos não podem ser o parente pobre desta relação.

Votem, lutem, vamos mudar o ensino!

Friday, August 3, 2007

Análise do novo Regulamento de Propinas a entrar em vigor na FLUL no Ano Lectivo 2007/2008

Análise do projecto de Regulamento de Propinas


A Direcção da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa analisou o documento em questão e concluiu o seguinte:

a) O meio de pagamento descrito no Artigo 2º aliena b), que diz respeito ao pagamento da propina por Multibanco, é positivo, se for efectivamente concretizado e bem divulgado junto dos alunos.

b) Consideramos positivo o largamento do prazo de pagamento da primeira prestação da propina para os alunos do primeiro ano (Artigo 4º, ponto 3), bem como o alargamento da prova da candidatura a bolsa dos SASUL (Artigo 5º, ponto 3).

c) Em relação ao Artigo 6º, referente ao regime de prescrições, consideramos que, na realidade da FLUL, tendo em conta o grande número de alunos que têm responsabilidades extra académicas, como por exemplo responsabilidades familiares/paternais e, como tal, vêem o seu tempo de estudo e o seu sucesso escolar seriamente ameaçados, não faz sentido que o regime de prescrições seja aplicado tal como está consagrado na actual Lei.
Segundo o ponto 4 do Artigo 5º da Lei n.º 37/2003 de 22 de Agosto, serão os órgãos de direcção das instituições de ensino superior a regulamentar outros tipos de situações que não as de Trabalhador-Estudante e de estudantes em regime de estudo a tempo parcial. A nosso ver, o Artigo 6º do novo Regulamento de Propinas da FLUL é muito vago e não regulamenta sobre outras situações também de merecida atenção, tais como os estudantes com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
Assim, consideramos este Artigo negativo e desadequado à realidade da FLUL e, como tal, é necessário clarificar a norma pois, sendo isto um regulamento, tem que ser concreta pois não contempla várias situações importantes que não são tratadas no Artigo 5º da Lei n.º 37/2003 de 22 de Agosto.

d) No que toca ao Artigo 8º deste novo regulamento, discordamos da suspensão automática da matrícula e/ou inscrição após um mês do prazo do não pagamento da propina. Esta medida pode desmotivar os alunos para a conclusão dos seus estudos ao invés de regularizarem a situação, visto que muitos alunos desta faculdade não possuem meios financeiros imediatos para o fazer. Consideramos que devem ser apenas cobrados os juros de mora e que não se efectue a suspensão da matrícula e/ou inscrição.

e) Em relação ao Artigo 9º, a nossa opinião vai no seguimento da alínea anterior. Consideramos o prazo 30 de Junho muito curto e somos da opinião de que o prazo deve ser alargado até Setembro. Este prazo deve ser alargado porque muitos estudantes da faculdade aproveitam o mês de Agosto para trabalhar com a finalidade de suportarem os seus estudos, bem como muitos pais destinam os seus subsídios de férias para suportar os encargos escolares dos filhos.

f) Tendo em conta o Artigo 15º que regula a questão das bolsas no 2º Ciclo, preocupa-nos o facto de este artigo só entrar em vigor no ano lectivo de 2008/2009. Isto quer dizer que no ano lectivo de 2007/2008 a frequência do 2º Ciclo será limitada aos estudantes que têm meios próprios para tal, ficando os alunos com mais dificuldades financeiras impossibilitados de frequentar o 2º Ciclo durante este ano lectivo.


Em suma, consideramos este novo regulamento vago, pouco esclarecedor e inadequado à realidade dos estudantes da FLUL. Como tal, consideramos também que deverá haver uma maior divulgação do documento junto dos estudantes para que estes se possam pronunciar sobre o assunto nas devidas condições. Esperamos que o Conselho Directivo tenha em conta o presente parecer da Associação de Estudantes, bem como a opinião dos estudantes a partir do momento em que o regulamento seja devidamente divulgado.

É também com muita pena nossa que constatamos o facto de este documento, tendo sido aprovado na reunião do plenário de Conselho Directivo da FLUL no dia 4 de Julho deste ano, só nos tenha sido enviado no dia 30 do mesmo mês, para que no prazo de 10 dias úteis nos pronunciássemos sobre a matéria ou requerêssemos uma audiência. Não achamos justo que, numa altura em que os exames acabaram e os alunos já estão de férias, esta questão avance sem que os alunos, tirando os membros da AEFLUL, sejam ouvidos sobre o assunto.

Esperamos que o nosso parecer seja tido em conta e que nos possam dar uma resposta atendendo às questões colocadas.


Com os melhores cumprimentos,


A Direcção da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa


Lisboa, 3 de Agosto de 2007

Tuesday, July 10, 2007

Parecer da AEFLUL sobre a proposta de Lei N.º 148/X do Governo

PARECER SOBRE A PROPOSTA DE LEI N.º 148/X


A Direcção da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa, tendo lido e analisado o documento em questão, leva até vós as seguintes questões, objectos de profunda preocupação desta Associação:


1. Conselho Geral:
1.1. A falsa representatividade no Conselho Geral: A composição do Conselho Geral baseia-se em maus critérios, pois, acima de todos os interessados, os estudantes (que representam um número muito maior que professores/investigadores) deviam-se fazer representar em maior número do que o disposto no Artigo 81.º. A falsa importância dos estudantes neste órgão é denunciada, por exemplo, no Artigo 68.º, ponto 3, onde é referido que a alteração de estatutos carece de aprovação de dois terços do Conselho Geral. A maioria absoluta de professores, que nomeia as entidades externas e que, portanto, tende a concertar forças com estas, não precisa de um único voto dos estudantes, que poderão ser entre um (1) a três (3). Que representatividade é esta, quando a participação dos estudantes é acessória?

1.2. Entidades Externas: Consideramos excessiva a presença das entidades externas ou “personalidades de reconhecido mérito”, porque se fazem representar num mínimo de 30% dos membros do Conselho Geral (Artigo 81.º, ponto5, alínea b)), e pomos em causa o seu empenho e idoneidade no exercício das suas funções.

2. Cheque-ensino vs Acção Social Escolar: Só concordamos com a existência do cheque-ensino se este for um mero complemento ao subsídio da Acção Social Escolar. Segundo o Artigo 20.º, ponto 8, “O Estado promove a concretização de um sistema de empréstimos para a autonomização dos estudantes”, o que, no nosso entender, configura um desrespeito à Acção Social Escolar, cujo papel é, entre outros, subsidiar os estudantes. Consideramos também gravíssimo o facto de ser um empréstimo, o que significa um endividamento dos estudantes antes sequer de entrarem no mercado de trabalho.

3. Provedor do Estudante: Consideramos que a actividade do Provedor do Estudante, previsto no Artigo 25.º, é uma ingerência em competências que, historicamente, pertencem às Associações de Estudantes e às Associações Académicas, nomeadamente, estabelecer uma via de comunicação entre os estudantes e os órgãos de gestão das instituições de Ensino Superior, e também tomar nota das reclamações dos estudantes e envidar todos os esforços para melhor as solucionar. Consideramos ainda que a figura do Provedor do Estudante é comum a uma relação entre um prestador de serviços e o seu cliente, e não é esta a imagem que temos da relação entre o estudante e a sua instituição de ensino superior.

4. Conselho de Gestão:
4.1. Ausência total de estudantes no Conselho de Gestão: Consideramos que os estudantes, por serem o corpo académico mais numeroso e o único que não mantém uma relação de trabalho com a instituição e que, como tal, não é remunerado, deve estar representado em todos os órgãos, inclusive no Conselho de Gestão (Artigo 94.º) por ser aquele que é menos passível de agir sob interesses pessoais.

4.2. Fixação das propinas: No seguimento do que foi mencionado no ponto anterior, não nos parece que a fixação do valor das propinas deva ser uma competência do conselho de gestão mas sim do conselho geral por considerarmos que é um acto político e não de gestão e que os estudantes devem ter voz activa nesta questão já que são eles os visados no pagamento das propinas.

5. Conselho Pedagógico: Consideramos que o Conselho Pedagógico deve ter um carácter deliberativo e não apenas consultivo, como está previsto no Artigo 105.º.

6. Fundações públicas com regime de direito privado: É do nosso entendimento que, juridicamente, não existe a figura da fundação pública de direito privado (Artigo 9.º, ponto 1, e Artigo 129.º, ponto 1), o que é perigoso, porque configura um vazio legal. Entendemos que se deve definir juridicamente o que é uma fundação pública de direito privado para que depois se possa legislar sobre a mesma.

7. Entrada em vigor dos novos estatutos: Entendemos que o prazo de seis meses dado para as instituições de ensino superior procederem à revisão dos seus estatutos, previsto no Artigo 172.º, ponto 1, é muitíssimo reduzido, não havendo assim um tempo de redacção, discussão e adaptação adequados, devendo o prazo ser, no mínimo, o tempo de um ano lectivo.

Não querendo fazer previsões para o futuro, parece-nos que o eventual financiamento privado, no seguimento dos sucessivos cortes orçamentais, servirá para colmatar a falta de orçamento público, deixando as instituições de ensino superior dependentes do já mencionado financiamento privado e, portanto, à mercê da vontade dos financiadores.
A outra alternativa será um aumento das propinas até valores exorbitantes, contrariando o Artigo 2.º, pontos 1 e 2 da presente Proposta de Lei.
Privatização e/ou Elitização? Não é isso que pretendemos para o futuro do Ensino Superior.
Não permitindo um prazo de discussão suficientemente largo para que todas as opiniões possam ser levadas em conta, o actual governo está a tentar, virando costas ao mundo e orgulhosamente só, fazer aprovar uma lei que põe fim ao Ensino Superior Público como nós o conhecemos.

A Direcção da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Univ. de Lisboa

Lisboa, 10 de Julho de 2007.

Wednesday, June 27, 2007

Parecer da AEFLUL sobre o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior

Parecer da AEFLUL sobre o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior

"Como será do conhecimento de alguns, o actual governo propõe-se a aprovar brevemente o novo Regime Jurídico do Ensino Superior, que retira aos alunos direitos fundamentais, ao reduzir a sua representação nos orgãos deliberativos das instituições.
De forma mais prática, o RJIES vai ao encontro da privatização e consequente elitização do ensino superior, retirando poder aos alunos, enfraquecendo a comunidade estudantil e dificultando a participação dos estudantes na vida académica.
Temos como pedra de toque deste novo RJIES quatro pontos essenciais:

- A possibilidade de transformação das Instituições de Ensino Superior Público em Fundações de Direito Privado.

- A aprovação de novos estatutos por uma comissão nomeada pelo reitor, com apenas dois estudantes, mas com cinco personalidades externas à faculdade.

- A gestão da faculdade, no caso de ser transformada em Fundação, por cinco curadores nomeados pelo governo e escolhidos entre personalidades sem qualquer vínculo à instituição.

- A criação, nas instituições que se mantenham como de Ensino Superior Público, de um novo orgão máximo, o Conselho Geral, em que os professores se vêm representados em mais de 50% e entidades externas em pelo menos 30%, limitando assim a representação dos alunos a um máximo de 19%.

Após uma reunião com o reitor António Nóvoa em que este expressou a sua posição contra o RJIES, e em que estiveram presentes membros de diversas AAEE da Universidade de Lisboa que também se mostraram contra o RJIES, é posição formal da AEFLUL que é necessário e urgente desenvolver uma forte contestação a esta nova lei.

Considerando que:

- Fundações de Direito Privado se regem por uma lógica economicista, tornando o ensino um negócio, o que vai contra a nossa visão do ensino como forma de enriquecimento académico, cultural e pessoal dos alunos, bem como forma de enriquecimento social do país. A nossa posição é que o financiamento do ensino superior é uma responsabilidade inalienável do estado;

- A presença de entidades externas (nomeadas ou não pelo governo) no Conselho Geral ou na Comissão Estatutária é um absurdo pois não só se retira autonomia aos elementos que de facto contribuem para a vida da Universidade, como se delega poder em elementos desligados da realidade e da lógica orgânica próprias de cada instituição.
Exemplo: Na nossa faculdade, o Conselho Directivo aprovou recentemente um protocolo com a Caixa Geral de Depósitos que permite que a CGD se imiscua em assuntos que competem à gestão da Faculdade, como a contratação/despedimento de funcionários da instituição e que visa alterar o nome do Centro de Línguas Interdepartamental para Centro de Línguas Interdepartamental Caixa Geral de Depósitos, o que constitui, no nosso entender, uma perda da autonomia consagrada constitucionalmente às Instituições de Ensino Superior;

- A redução do poder dos estudantes é um gesto antidemocrático e que, em última análise, desliga os alunos da instituição na qual estão inscritos, fazendo com que o aluno se torne um mero espectador das aulas a que assiste e após as quais vai para casa;

É urgente que nos mobilizemos para lutar contra o novo Regime Jurídico que este governo, num claro gesto de má-fé, tanta fazer passar à revelia dos estudantes, sem o devido tempo de discussão e desprezando a opinião dos estudantes, aproveitando para isso uma época em que os alunos estão concentrados nos exames de final de ano e por isso mais indisponíveis para a intervenção política.


Como tal, os alunos reunidos em RGA propõem como formas de luta:

- A encenação de um “casamento” entre a FLUL e uma entidade privada, como forma de denúncia do compromisso do Ensino Superior com o financiamento privado;

- Uma concentração, dia 28 de Junho, na Assembleia da República, com eventual presença nas galerias da mesma, em consonância com outras Associações de Estudantes de todo o país, com o objectivo de mostrar perante o Governo a nossa indignação contra o RJIES. Nesta mobilização pedimos aos estudantes que vistam de preto, como forma de demonstrar o seu luto pela situação actual do ensino superior."

Wednesday, June 20, 2007

Já ouviste falar...

... do novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior?

Não deixes de participar na vida da Faculdade e do Ensino Superior.

Informa-te na AE!

Friday, June 1, 2007

Cria o Logótipo dos Letrinhas!



Sabias que a AEFLUL tem um Centro de Educação Infantil chamado "Os Letrinhas"?

Pois bem! Então trazemos até ti a oportunidade de participares no concurso para criar o logótipo dos Letrinhas!

Põe a tua criatividade em acção e habilita-te a fazer parte da história dos Letrinhas, da AEFLUL!

Entrega as tuas idéias na AEFLUL até ao dia 30 de Junho.

Participa!
***
«O CEI, criado a 1 de Março de 1988, é uma iniciativa da AEFLUL, sendo caso único em Portugal, já que é gerido por uma AE. Com o objectivo de apoiar os estudantes desta faculdade, tem um horário bastante alargado, está aberto para além do período lectivo da FLUL, pratica preços reduzidos para os estudantes e preenche as suas vagas dando prioridade aos alunos sócios da AEFLUL. Para obteres mais informações, dirige-te à AEFLUL.»

Sunday, May 20, 2007

AEFLUL presents...


A AEFLUL e a Associação Juvenil Bigorna Forja Cultural produzem o concerto Terrakota!

Os Terrakota, inspirados em várias geografias - Jamaica, Cuba ou Brasil - com uma diversidade de sonoridades - árabes, flamengas ou indianas - transmitem uma mensagem de mestiçagem, respeito pela natureza e de crença num planeta melhor. Para tal, cantam em várias línguas, como português, yoruba, wollof, francês, inglês ou espanhol.
Um espectáculo de apresentação do novo disco do grupo,”Oba Train”, que conta com um novo elemento, o Zé, que trouxe teclados e sitar, que se podem ouvir no primeiro single “É verdade!”, que já passa na Antena 3. De salientar também as participações especiais de Conductor do conjunto Ngonguenha / Buraka Som Sistema (Angola) e o lendário U-Roy (Jamaica).

Bilhetes à venda na AEFLUL!

Apareçam!

Aula Magna (Cidade Universitária)
5 Kotas

Thursday, May 10, 2007

Vai à Concentração, Assina o Abaixo-Assinado!

Na próxima 2ª-feira, dia 14 de Maio, às 10:30, o Conselho Directivo (CD) deliberará sobre as propinas.

O que está em jogo é o seu aumento dos actuais 570€ para 700€. Se houver negociação poderá descer para os 650.

Os estudantes, reunidos em RGA/AGA, deliberaram recusar qualquer aumento das propinas, pedindo aos representantes dos alunos no CD que, por uma questão de princípios, votem contra a proposta, e que o CD tome uma tomada de posição que considere os interesses dos estudantes.

Ficou também deliberado na RGA/AGA a realização de uma concentração à frente do CD, para apoiar os nossos representantes no CD e mostrarmos a nossa posição.

Finalmente, foi também aprovado um abaixo-assinado, cuja entrega será feita dia 30 de Maio no CD, na Reitoria e no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).

Não deixes passar a oportunidade, marca uma posição. Aparece à porta do CD! Assina o Abaixo-Assinado!


O texto do Abaixo-Assinado é o seguinte:
«Os estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vêm por este meio expressar a sua indignação em relação à proposta do Conselho Directivo de aumento do valor das propinas para 700 euros no próximo ano lectivo de 2007/2008.

A política deste governo, que tende a uma progressiva privatização do Ensino Superior, é, do nosso ponto de vista e à luz da Constituição da República Portuguesa, inaceitável. Os sucessivos cortes orçamentais – 14% no último orçamento de estado – são o sinal mais evidente da desresponsabilização do estado face àquilo que são os seus deveres fundamentais, nomeadamente assegurar uma Educação Pública gratuita e verdadeiramente acessível a todos.

A atitude do Conselho Directivo que, ao invés de responsabilizar quem é verdadeiramente responsável, pedindo contas ao governo pelo desinvestimento de que a faculdade tem sido vítima, responsabiliza os estudantes, optando pela solução mais óbvia - o aumento das propinas.

Como se isto não bastasse, tenta ainda obter o apoio dos estudantes, dizendo que, se estes aceitarem o aumento das propinas, elas subirão apenas para 650 euros, recorrendo assim a uma clara chantagem na tentativa de impedir a reivindicação por parte dos estudantes daquilo que é um direito fundamental – o acesso à educação – e de mostrar à opinião pública um falso consenso na aceitação das propinas como algo inevitável.

Face a esta situação, os estudantes declaram recusar liminarmente qualquer aumento das propinas e exigem do Conselho Directivo uma tomada de posição face à política governamental na defesa da Faculdade e dos interesses dos estudantes.»

Tuesday, April 24, 2007

25 de Abril


No âmbito das comemorações do 25 de Abril, a AEFLUL está a levar a cabo iniciativas às quais apela a participação dos estudantes:

- 25/04: A AEFLUL apela à participação do estudantes no desfile comemorativo do 25 de Abril. 15h, Avenida da Liberdade.

- 26/04: Debate com José Barata-Moura e Aurélio Santos (URAP) sobre as lutas estudantis e a escola de Abril. Bar Novo, 14h.

- 27/04: Entrega dos postais assinados pelos estudantes ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Porque o 25 de Abril não pode ficar pelas palavras, age connosco. Participa!

Saturday, April 21, 2007

Sunday, April 15, 2007

Return to the Basics


Festa 80's, dia 19 de Abril, às 23h no Bar Novo da Faculdade de Letras.
- Custo: 3 eighties *
* Vale: 2 cervejas ou 1 bebida branca.

Transportes:
- Metro
Cidade Universitária (Linha Amarela)
- Autocarros Carris
31 - 35 - 732 - 738 - 768
Da margem Sul
- Transportes Sul do Tejo (TST)
Almada - Cidade Universitária; Costa de Caparica - Cidade Universitária; Setúbal - Cidade Universitária
- Fertagus
Entrecampos

Em cena

" A revolução é a máscara da morte."

de 15 de Março a 2 de Junho 5ª, 6ª e Sábado 21h30
Anfiteatro da Cantina Velha da U.L.
Metro da Cidade Universitária

Ficha Técnica

Actores: Ana Gil, Joana Guerra, João Vicente, Madalena Palmeirim, Susana Gaspar, Nuno Matos, Soraia Granja, Laura Tomás, Reinaldo Almeida, Flávio Nunes, Miguel Silveira Encenação: Ávila Costa Tradução: Anabela Mendes Assistência de Encenação: Miguel Fonseca e Ricardo Silva Dramaturgia: Anabela Mendes, Ávila Costa, Rui Teigão, Ricardo Silva, Miguel Fonseca e gtl Produção: Rui Teigão e gtl Desenho de Luz: Ávila Costa Banda-Sonora: João Santos Design: João Vicente Operador de Luz: Pedro Marques Operador de Som: João Santos Figurinos e Slides: Eduardo Guerra e Luísa Seixas Técnicos de Luz: Pedro Sousa e Paulo Oliveira
Grupo de Teatro de Letras

Nota de Boas Vindas

Olá!
Bem-vindos ao Blog da AEFLUL!
Tentaremos proporcionar aos alunos da FLUL mais informação sobre as actividades da AE, bem como o funcionamento da AEFLUL em si.

Sempre que tiverem alguma dúvida, crítica ou sugestão, podem sempre dirigir-se à AE ou enviar um mail para: geral@aeflul.pt